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O que é o imaginário? A resposta mais simples, a primeira que vem à cabeça de qualquer um, não resolve a questão: aquilo que imaginamos, o produto irreal da nossa imaginação. A palavra imaginário disseminou-se como um vírus poético nas últimas décadas. Aparece por toda parte, em discursos políticos, em análises eruditas, em narrações de futebol, na publicidade, na literatura, no cinema, na internet, em conversas de bar, em discussões apaixonadas de casais em crise na relação... O imaginário tomou, até certo ponto, o lugar de termos como ideologia, representação e subjetividade. Mas o que é mesmo o imaginário? É possível defini-lo, cercá-lo, conceituá-lo? Neste livro, produto de décadas de dedicação e pesquisa sobre o tema do imaginário, defende-se uma hipótese: o imaginário é um excesso de significação que dá sentido às experiências de cada indivíduo. Imaginário é aquilo que produz e é produto de diferenças e descobrimentos. Um processo de singularização. Para chegar a essa conclusão, são abordadas diversas relações: imaginário e surrealismo, imaginário e irrealidade, imaginário, simbólico e hiper-realidade, imaginário e história, imaginário e agendamento, imaginário e ideologia, imaginário e interpretação, imaginário e devaneio, imaginário e revelação, diferença e fantasia, imaginário e ilusão.